segunda-feira, 17 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Mein Kampf
Sentado perto da janela, ele folheava um jornal. Percebi que era um específico: só empregos.
Ele pagou em dinheiro e eu paguei com meu vale que continha aproximadamente 600 reais de crédito.
Os dois acordaram cedo. Percebi porque, depois de folhear mais um pouco, a cabeça dele começou a pender para os lados e os olhos estavam fechados. Provavelmente deveria estar procurando desde a madrugada. Eu estava cheia de sacolas, proporcionadas pela minha vida assalariada almejada por ele. Eu só queria encostar a mão no ombro dele e dizer que vai dar tudo certo.
Descemos no mesmo ponto. E eu fiquei o dia todo pensando em como sou abençoada por ter 2 e, alguns, nenhum.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
The smallest THING I have ever seen!
Lembram daquela música "Short dick man", do Salt n' Pepa??? Eu ri muito hoje ouvindo-a, porque, além de detonarem (o tempo todo) os caras desavantajados, existe uma parte em que a moça que não gosta de coisas pequenas diz:
"Isn't that cute? An extra belly button!"
Zuou feio! Deve ser um trauma ver uma coisa dessas. Rárárárárá..
É..quando é assim, não adianta:
"You need to put your pants back on, honey."
J.U.R. II
2- "...a realidade é, sim, muitíssimo mais inacreditável do que qualquer ficção, pois esta requer uma certa arrumação falaciosa, a que a maioria dá o nome de verossimilhança. Mas ocorre precisamente o oposto. Lê-se ficção para fortalecer a noção estúpida de que há sentido, lógica, causa e efeito lineares e outros adereços que integrariam a vida. Lê-se ficção, ou mesmo livros de historiadores ou jornalistas, por insegurança, porque o absurdo da vida é insuportável para a vastidão dos desvalidos que povoa a Terra."
DIVINO 2!!!
Além de escrever coisas extremamente realistas, seus espermatozóides também dão bons frutos. Pelo menos um que eu conheça....
Obs:O trecho abaixo e este pertencem ao livro "Diário do farol", do autor citado no título.
J.U.R. I
1 - "Há muita gente, gente demais, que lê nas entrelinhas, um perfeito exercício de imbecilidade, defesa neurótica contra a realidade ou, em inúmeros casos, o achar-se tão sabido que acaba sendo besta. Não existe essa coisa de entrelinhas. Pelo menos nos livros honestos, como este, não há nada nas entrelinhas, tudo deve ser procurado e será devidamente encontrado nas linhas, aqui não são oferecidas entrelinhas, à merda o entrelinhador, pode largar este livro e ir gastar seu tempo ruminando o bolo alimentar de sempre. Melhor do que ler textos diretos querendo ser esperto e vendo nele coisas indiretas."
DIVINO!!
domingo, 2 de agosto de 2009
Subtraindo
Eureka!
Eu sei o que está me deixando tão intrigada e preocupada por anos: uma simples conta de matemática. E é esta, que exponho a seguir:
22-18=4
Sendo que os dois primeiros fatores, em subtração, se somam a 1 à medida que o tempo aumenta em um crescimento exponencial.
Isso me dá dores de cabeça todos os dias.
Passeio
Vem, me segue.
Vem andando atrás de mim.
Essas pessoas todas que nos olham, esquece. Elas não existem.
Você e eu somos só mais um. Gostamos de qualquer um que nos dê atenção.
Olha lá pra cima. Grande, não? Vai ser tudo meu um dia.
Para aqui, senta do meu lado.
Olha nos meus olhos, me diz o que eu to pensando.
Não consegue porque eu estou doente, com sede, com fome, sem sensibilidade.
Anda, vai procurar. Se encontrar o que eu quero, me avisa.
Eu vou embora com você, mas não podemos voltar mais.
domingo, 26 de julho de 2009
Domingo de chuva
Seria um belo mês de novidades, se não fosse pela falta de esperança em alguns sentidos. Conseguiu tudo o que queria, mas, por que tem vontade de sumir ao mesmo tempo? Não, não conseguiu tudo o que queria. Apesar de se ver cercada por gente, se sente sozinha.
What about the kisses, the hugs, the jokes, those things in bed she loves and misses? They absolutely have no idea about the efect this is causing. Maybe she's getting a mind sickness, that starts eating all over her brain from the inside. Pretends to be very occupied the whole week just to see if time passes right through her, without any damage. But the weekend comes and we can see the deterioration. "Someone's squeezing my chest. I can't handle it anymore".
Às vezes pensa ser a idade. Não pode ser, é tão nova! Mas seus amigos já não pensam como antes. Ele não pensa como ela. Ela pensa em sumir e dar um tempo da vida, de todos. Por que o ser humano é tão apaixonante em alguns momentos e em outros tão repugnante? Eu sinto vontade de cuspir. Cuspir em todos que não pensam como ela.
E assim, ela procura e procura, dentro dos seus livros, debaixo das suas cobertas, num copo gelado de chopp, numa conversa engraçada, num abraço apertado. Mas não acha outra coisa. É aquilo mesmo que pensava estar faltando, aquilo é a solução. Solução para sua vida amargurada, para a menina amargurada que cresce todos os dias aos poucos, começando do dedo mindinho do pé. Não era pra ser assim, não era o que esperava encontrar. Pois, a felicidade não deveria estar em todo lugar ao invés de um só?
"O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato
O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço
O amor comeu meus cartões de visita, o amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome
O amor comeu minhas roupas, meus lenços e minhas camisas
O amor comeu metros e metros de gravatas
O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus
O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos
O amor comeu minha paz e minha guerra, meu dia e minha noite, meu inverno e meu verão
Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte"
Tem coisa mais triste?
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Egoísmo evolutivo.
"A idéia de que os membros da nossa própria espécie merecem uma consideração moral especial em comparação com os membros das demais espécies é antiga e profundamente arraigada. Matar pessoas fora de uma guerra é algo que se considera o pior dos crimes vulgarmente cometidos. A única coisa proibida com mais força pela nossa cultura é comer pessoas (mesmo que já estejam mortas). E, no entanto, gostamos de comer membros das outras espécies. Muitos de nós recuamos constrangidos diante da execução de um ser humano, não obstante se trate do mais terrível criminoso, ao passo que defendemos despreocupados a exterminação sem julgamento de pragas relativamente pouco nocivas. A bem da verdade, matamos membros de outras espécies inofensivas como forma de recreação e divertimento. Um feto da nossa espécie, desprovido de mais sentimentos humanos do que uma ameba, goza de um respeito e uma proteção legais que excedem em ampla medida aqueles concedidos a um chimpanzé adulto. E, contudo, o chimpanzé senta e pensa e - de acordo com os achados experimentais recentes - é até mesmo capaz de aprender alguma forma de linguagem humana. O feto pertence à nossa espécie e, por essa razão, conta instantaneamente com privilégios e direitos especiais."
Trecho de "O gene egoísta" - Richard Dawkins
domingo, 2 de novembro de 2008
1 ano. Não acredito que consegui ficar todo esse tempo sem escrever.
estou melhor, mas nem tanto assim.
Quero sair daqui. Quero fazer coisas novas. Quero conhecer gente nova. Ou velha, tanto faz. Conhecer é o que me interessa. Quero aprender de tudo. mas não me deixam.
Mentira, eu não me deixo.
Que rotina sugadora! Que trabalho repetitivo!
Tudo está indo pro fundo do poço. Eu posso ver todas as minhas vontades e esperanças indo junto.
Desesperadamente eu preciso mudar. Tudo, simplesmente.
To quase desistindo dessa minha vida.
É, eu nunca estou contente com nada mesmo. Mas o que há de mal em ser ambiciosa??
quero um lugar com um cheiro eterno de grama molhada; com um Sol que só brilha, não queima e não esquenta; com uma grama macia onde eu possa deitar e ficar à vontade; quero ficar sozinha um pouco. Me deixem, por favor.
Quero escrever um livro. Quero fazer outra faculdade. Quero um trabalho que me faça feliz. Quero alguém que me faça feliz. Quero um lugar que me deixe feliz.
Quero ser livre.
Que textinho de merda. Perdi todas as palavras dos meus dedos.
AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Ah, o inverno!
Acho que escrevi isso há muito tempo atrás, mas desisti de publicar:
Bruna Rippe Marques é uma mulher de 25 anos com jeitos de garota, trabalha duro após terminar a faculdade de seus sonhos (??), e acredita já ter encontrado o amor de sua vida.
Bruna gosta de:
*sentir seus dentes lisos após escovar os dentes;
*tirar pelinhos de algodão das casquinhas dos machucados;
*sentir cheiro de grama molhada;
*ouvir canais de línguas que não entende.
Bruna não gosta de:
*se sentir sozinha, como agora.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Espelho de Ojesed
Essa sensação inútil de não saber o que nos espera. Nem sei o que espero eu!
Vc não sabe o que quer. Nem sabe o que é, muito menos o que será.
Quero a chave da porta do meu quarto. Mas e seu formato?
Gosto de muitas maravilhas ao mesmo tempo. Sento, tento colocá-las em ordem. Mas se botam a embaralhar de novo e continua do começo.
Tenho certeza de q o q achei até aqui é meu, genuinamente meu. Certas coisas nunca se embaralham, eu sei desatar os nós. Só pq eu sinto como se ninguém pudesse tirá-las de mim.
De outras preciso estar bem perto. Abraços sorrisos cabelos cheiros boca gracinhas mãos frases sonhos.
Sinto falta. De não sentir mais aquele palpitar, ou uma emoção. De fazer algo com vontade, de me sentir no paraíso. De abrir o sorriso com um presente.
Está-me faltando a concretização dos sonhos. Aqueles que eu sei que vão demorar a se formar, estão ainda em forma de nuvens..
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Ai. que engraçado.
Pai: ...sua tia foi no posto*. Será que ela é a álcool ou gasolina??
Yo: Pode ser a diesel, mas acho mais provável que seja a gás.
Os dois:rárárárárárá
Pai: Ah, é verdade. Pelo tamanho da barriga deve ser mesmo.
Pois é, eu escuto este tipo de pérolas do meu pai em casa todos os dias.
Entenderam porque eu sou assim?
*N.A.:Ela caiu. Então, obviamente, era um posto de saúde.
Yo: Pode ser a diesel, mas acho mais provável que seja a gás.
Os dois:rárárárárárá
Pai: Ah, é verdade. Pelo tamanho da barriga deve ser mesmo.
Pois é, eu escuto este tipo de pérolas do meu pai em casa todos os dias.
Entenderam porque eu sou assim?
*N.A.:Ela caiu. Então, obviamente, era um posto de saúde.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Feliz Desaniversário para vocês!
É isso. Não acho que tenho algo a comemorar por fazer 24 anos, mas o fato é que tenho 2 convites feitos pela minha melhor amiga e publicitária, claro. Luv ya, Kérouz!
Este ao lado é o descolado e engraçado. E sim, eu pareço uma palhaça.
Pra quem não conhece: nestas minhas fotos (que já não eram bonitas), aplicaram na minha linda face as maquiagens super elaboradas do famoso estilo teatral japonês Kabuki [canto(ka), dança (bu) e habilidade (ki)].
Apareçam!Façam com que o meu dia seja, no mínimo, memorável.
domingo, 16 de setembro de 2007
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
De carne, sangue, ossos e SINAPSES BEM FEITAS!
...quando eu disse que era a infelicidade que me fazia escrever sempre. Ela me prende, nunca me deixa respirar, por isso ficava sempre tão doente.
E depois que começo a conhecer uma outra vida que não se mostrava a mim, também começo a perceber que há coisas mais interessantes a fazer do que sentar na frente da tela e digitar meus pensamentos desconexos. Ainda depois de ter escrito esta frase, estou sentindo que perco meu bom senso da escrita.
Volto a perceber que agora, mais do que nunca, preciso confiar mais em algumas pessoas do que em outras que antes desconfiava demais e vice-versa. Entro num mundo que me engole pelos interesses, pode me chutar pelas falhas. Não posso errar. Estou na corda bamba, em cima de um caldeirão gigantesco de soluções fumegantes (isso foi pura nostalgia potteriana). Comportar-me-ei.
Acumulo livros e revistas para ler. É um bom sinal, não acontecia há séculos. Arranjo ainda aquele espacinho de tempo literário antes da minha hora sagrada. Pratico "shinsokan" quando posso e lembro só pelo poder de acalmar. Sinto-me muito mais jovem (ou "djovem", como dizem umas desvairadas haha). Estou em processo de abolição dos pensamentos negativos. Quero começar minhas aulas de dança novamente. Tento reunir todos os amigos para o aniversário, coisa rara.
Não me sinto mais aquela espírita convicta. Começo a duvidar deste mundo paralelo, criado apenas pelo subconsciente. Allan Kardec me enganou. Dou mais credibilidade a Freud ultimamente, quem diria. Isto também quer dizer uma coisa: aquele medo está indo embora e deixando eu viver em paz.
I just realized that my environment is getting harmonic at this exact moment, while I expose all this and think about it. See? Never underestimate the power of positive vibes. We all simply got what we want.
Volto a perceber que agora, mais do que nunca, preciso confiar mais em algumas pessoas do que em outras que antes desconfiava demais e vice-versa. Entro num mundo que me engole pelos interesses, pode me chutar pelas falhas. Não posso errar. Estou na corda bamba, em cima de um caldeirão gigantesco de soluções fumegantes (isso foi pura nostalgia potteriana). Comportar-me-ei.
Acumulo livros e revistas para ler. É um bom sinal, não acontecia há séculos. Arranjo ainda aquele espacinho de tempo literário antes da minha hora sagrada. Pratico "shinsokan" quando posso e lembro só pelo poder de acalmar. Sinto-me muito mais jovem (ou "djovem", como dizem umas desvairadas haha). Estou em processo de abolição dos pensamentos negativos. Quero começar minhas aulas de dança novamente. Tento reunir todos os amigos para o aniversário, coisa rara.
Não me sinto mais aquela espírita convicta. Começo a duvidar deste mundo paralelo, criado apenas pelo subconsciente. Allan Kardec me enganou. Dou mais credibilidade a Freud ultimamente, quem diria. Isto também quer dizer uma coisa: aquele medo está indo embora e deixando eu viver em paz.
I just realized that my environment is getting harmonic at this exact moment, while I expose all this and think about it. See? Never underestimate the power of positive vibes. We all simply got what we want.
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Será que vai chover amanhã?
Eu gosto da beleza do texto verdadeiro. Aquele sem palavras confusas e difíceis, que tenta chamar mais atenção e acaba perdendo o sentido.
Quero que meu texto desperte a atenção e a crítica pela simplicidade com que é escrito, com uma pitada de ousadia. Se não gostou, certamente não foi porque não entendeu.
Queria eu poder inventar uma escrita nova, o estilo "Bruna" de escrever. Ou será que tenho um estilo próprio a ponto de ser só meu e não percebi? Se sim, é ainda um estilo falho e grosseiro, onde eu mesma me perco e não aproveito a fundo a intenção da escrita. A imaginação ainda se confunde demais com o pensamento: coloca-se de um jeito e acaba-se fazendo entender de outro. Mas quando eu falo, é muito pior. Já mencionei este fato.
Este é mais um daqueles dias em que eu teimo em esperar uma inspiração que se recusa a me visitar por estar com medo de que eu não a represente bem. E o que fazemos quando queremos que o tempo passe, o constrangimento acabe e, com ele, o silêncio? Perguntamos sobre a primeira imagem que nos chega: o tempo. Imagine que agora é mais ou menos isso que acontece: quero dar um fim a esta calmaria que inventou de invadir minha mente e, por isso, escrevo sobre a primeira e única coisa que me surge para acabar com meu fracasso do dia: a própria escrita.
Quero que meu texto desperte a atenção e a crítica pela simplicidade com que é escrito, com uma pitada de ousadia. Se não gostou, certamente não foi porque não entendeu.
Queria eu poder inventar uma escrita nova, o estilo "Bruna" de escrever. Ou será que tenho um estilo próprio a ponto de ser só meu e não percebi? Se sim, é ainda um estilo falho e grosseiro, onde eu mesma me perco e não aproveito a fundo a intenção da escrita. A imaginação ainda se confunde demais com o pensamento: coloca-se de um jeito e acaba-se fazendo entender de outro. Mas quando eu falo, é muito pior. Já mencionei este fato.
Este é mais um daqueles dias em que eu teimo em esperar uma inspiração que se recusa a me visitar por estar com medo de que eu não a represente bem. E o que fazemos quando queremos que o tempo passe, o constrangimento acabe e, com ele, o silêncio? Perguntamos sobre a primeira imagem que nos chega: o tempo. Imagine que agora é mais ou menos isso que acontece: quero dar um fim a esta calmaria que inventou de invadir minha mente e, por isso, escrevo sobre a primeira e única coisa que me surge para acabar com meu fracasso do dia: a própria escrita.
You'll get to read what I really got to give next time. I promise.
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
"Por favor, segurem as bolsas e mochilas à frente do corpo, blá blá blá.."
E depois disso um barulhinho mais ou menos assim: Piiiiiiii...
E as portas fecharam:Pá!
Outra vez: "Quando ouvirem o sinal, por favor, não entrem ou saiam do vagão. Permaneçam afastados das portas." Outro barulhinho: Piiiiiiiiiiii.. Pá!
Eu perdi a noção de realidade nesse dia e me senti como se estivesse em algum brinquedo realmente empolgante, num parque de diversões. Cada dia mais eu perco minha noção de realidade e não sei se estou dormindo ou acordada. Mas também, que diferença faz? Eu vou ter que viver este sonho, de qualquer maneira.
By the way: infelizmente, era só o metrô.
Outra vez: "Quando ouvirem o sinal, por favor, não entrem ou saiam do vagão. Permaneçam afastados das portas." Outro barulhinho: Piiiiiiiiiiii.. Pá!
Eu perdi a noção de realidade nesse dia e me senti como se estivesse em algum brinquedo realmente empolgante, num parque de diversões. Cada dia mais eu perco minha noção de realidade e não sei se estou dormindo ou acordada. Mas também, que diferença faz? Eu vou ter que viver este sonho, de qualquer maneira.
By the way: infelizmente, era só o metrô.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Quem é você e o que veio fazer aqui?
"A única coisa de que precisamos para nos tornarmos bons filósofos é a capacidade de nos admirarmos com as coisas".
Li esta frase outro dia(só digo onde quando terminar de ler o livro) e fiquei admirada (será que me tornarei uma boa filósofa, então??).
As crianças detêm o incrível poder de se admirarem com tudo o que vêem, porque para elas tudo é novo e, portanto, fascinante. Eu as acho as criaturas mais maravilhosas da face da Terra, exatamente por isso. Pena que elas crescem! Desde quando nos tornamos tão estúpidos e conformados com a vida? Desde quando eu sou assim, inerte a tudo o que acontece à minha volta? Quais são os verdadeiros valores da vida? Por que vim pra cá e o que estou fazendo aqui?
Eu comecei a me perguntar tudo isso e quis voltar a pensar como uma criança logo depois que li "O pequeno príncipe", na verdade. Não li quando pequena e acho que, se tivesse lido, não entenderia a mensagem verdadeira que o autor quer passar. Acharia uma simples literatura infantil. Acontece que não é. Li exatamente no momento em que precisava ler. Seria isso uma coincidência ou um daqueles momentos que o destino guardou para mim? Bom, Einstein concordaria comigo se eu dissesse que, talvez, o destino é uma consequência da coincidência. "A coincidência é a forma escolhida por Deus para permanecer anônimo", foi o que ele disse. Pois Deus também não sabe o destino de cada um? Pois então...
Ai ai, eu sempre me distraio da idéia inicial e viajo em outros pensamentos. Voltando. O tal do livro abriu a minha mente ao fato de que, de vez em quando, é bom ser, digamos, ingênua. Só assim enxergamos o que é verdadeiro, enxergamos "com o coração", aquilo que Saint-Exupéry diz ser "invisível aos olhos". Os pequeninos têm a capacidade de enxergar o "essencial". Mas a maioria de nós perde estes valores depois que tudo começa a se tornar banal, infelizmente. E então nos conformamos e vemos a vida passar sem maiores contribuições.
Eu quero ter sempre a mente aberta a novos pensamentos, novas opiniões. Para isso preciso sempre conhecer pessoas novas, diferentes, mas sem esquecer do "essencial". Falta muita coisa ainda pra aprender. E sem o interesse, não há aprendizado. Eu quero voltar a ser uma criança, que olha para um simples balão cheio de ar e acha aquilo a coisa mais linda e extraordinária do mundo.
"A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original." Albert Einstein
Li esta frase outro dia(só digo onde quando terminar de ler o livro) e fiquei admirada (será que me tornarei uma boa filósofa, então??).
As crianças detêm o incrível poder de se admirarem com tudo o que vêem, porque para elas tudo é novo e, portanto, fascinante. Eu as acho as criaturas mais maravilhosas da face da Terra, exatamente por isso. Pena que elas crescem! Desde quando nos tornamos tão estúpidos e conformados com a vida? Desde quando eu sou assim, inerte a tudo o que acontece à minha volta? Quais são os verdadeiros valores da vida? Por que vim pra cá e o que estou fazendo aqui?
Eu comecei a me perguntar tudo isso e quis voltar a pensar como uma criança logo depois que li "O pequeno príncipe", na verdade. Não li quando pequena e acho que, se tivesse lido, não entenderia a mensagem verdadeira que o autor quer passar. Acharia uma simples literatura infantil. Acontece que não é. Li exatamente no momento em que precisava ler. Seria isso uma coincidência ou um daqueles momentos que o destino guardou para mim? Bom, Einstein concordaria comigo se eu dissesse que, talvez, o destino é uma consequência da coincidência. "A coincidência é a forma escolhida por Deus para permanecer anônimo", foi o que ele disse. Pois Deus também não sabe o destino de cada um? Pois então...
Ai ai, eu sempre me distraio da idéia inicial e viajo em outros pensamentos. Voltando. O tal do livro abriu a minha mente ao fato de que, de vez em quando, é bom ser, digamos, ingênua. Só assim enxergamos o que é verdadeiro, enxergamos "com o coração", aquilo que Saint-Exupéry diz ser "invisível aos olhos". Os pequeninos têm a capacidade de enxergar o "essencial". Mas a maioria de nós perde estes valores depois que tudo começa a se tornar banal, infelizmente. E então nos conformamos e vemos a vida passar sem maiores contribuições.
Eu quero ter sempre a mente aberta a novos pensamentos, novas opiniões. Para isso preciso sempre conhecer pessoas novas, diferentes, mas sem esquecer do "essencial". Falta muita coisa ainda pra aprender. E sem o interesse, não há aprendizado. Eu quero voltar a ser uma criança, que olha para um simples balão cheio de ar e acha aquilo a coisa mais linda e extraordinária do mundo.
"A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original." Albert Einstein
terça-feira, 31 de julho de 2007
Sábia observação.
One: E eu acho que vocês nunca combinaram.
Other: Você acha?Mesmo?
One: Nunca te disse isso. Mas.. agora já foi!
Other: Podia ter dito antes. Não ficaria bravo(a).
One: Conheço-te. E sei que cara faria.
Other: Não posso controlar minhas expressões. Mas, por que acha isso?
One: Sei lá. Observava e conseguia enxergar a reciprocidade do que sentiam. Só que.. algo não encaixava. Só isso.
Other: Obrigada por me dizer isso. Talvez você tenha mesmo razão....
Other: Você acha?Mesmo?
One: Nunca te disse isso. Mas.. agora já foi!
Other: Podia ter dito antes. Não ficaria bravo(a).
One: Conheço-te. E sei que cara faria.
Other: Não posso controlar minhas expressões. Mas, por que acha isso?
One: Sei lá. Observava e conseguia enxergar a reciprocidade do que sentiam. Só que.. algo não encaixava. Só isso.
Other: Obrigada por me dizer isso. Talvez você tenha mesmo razão....
(Other: Poxa..alguém que pensa diferente!Me sinto melhor.)
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